Há 6 anos atrás estava em Baucau. Viviam-se tempos difíceis, os da crise. Os nossos formandos fugiam para as montanhas com tudo o que podiam e nós, sem formandos e proibidos de sair de casa, jogávamos ao jogo das letras, que se desenrolavam em nomes, países, objectos… A Ana deu-nos com cada abada!
Hoje a crise é outra, a da espera. Continuamos sem data. O que é desgastante.
Estou a aproveitar para acabar de ler o Abraço e, entretanto, comecei a ler um livro chamado A alma de Timor vista na sua fantasia, Lendas, fábulas e contos, de Ezequiel Enes Pascoal, um livro editado em 1967, por Barbosa & Xavier, LDA, em Braga. Também quero começar a resolver as lições do Mai Kolia Tetun, de Geoffrey Hull. Sempre me desenrasquei com o pouquíssimo Tétum que sabia, mas acho que é importante aprender a língua materna do meu afilhado, apesar de ele estudar na Escola Portuguesa.
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